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Empreendedor Individual – Como formalizar sua empresa

44806_378628152250730_267311191_nVocê já está qualificado para o serviço, já alcançou clientes e verifica uma boa capacidade de crescimento.
Porém, é preciso investir e “aparecer”. É preciso se profissionalizar formalmente para levantar novos voos.
Que tal tornar-se um empreendedor individual?

Ninguém melhor do que o SEBRAE pra nos explicar como funciona (www.sebrae.com.br)

O que é o Empreendedor Individual

O Empreendedor Individual (EI) é uma inovação no sistema tributário para que milhões de brasileiros formalizem os seus negócios. A nova faixa de enquadramento do Simples Nacional legaliza os empreendedores individuais que faturam até R$ 60 mil por ano e que possuam, no máximo, um empregado. 
Com o Salário Mínimo atual de R$ 678,00 a contribuição previdenciária (INSS) é de 5% o que ficará em R$ 33,90, mais R$ 5,00 (ISS), mais R$ 1,00 (ICMS), totalizando dependendo da atividade (serviço,comércio ou ambos) o valor total de R$ 39,90 por mês.


Cuidado com cobranças indevidas
O único custo da formalização é o pagamento mensal de R$ 39,90 por meio de carnê emitido exclusivamente no Portal do Empreendedor. Qualquer outra cobrança recebida não é do governo, não está prevista na legislação e não deve ser paga.


Benefícios
– Com a regularização do negócio e o alvará emitido pela prefeitura, acaba o medo de que a mercadoria seja confiscada;
– Feito o registro da empresa, o empreendedor passa a ter CNPJ, possibilitando a abertura de conta em banco e o acesso a crédito com juros mais baratos;
– Com a empresa legalizada, o empreendedor poderá ter endereço fixo para facilitar a conquista de novos clientes;
– Apoio técnico do Sebrae;
– Cobertura da Previdência Social para o Empreendedor Individual e para a sua família;
– Possibilidade de negociação de preços e condições nas compras de mercadorias para revenda, com prazo junto aos atacadistas e melhor margem de lucro;
– Emissão de nota fiscal para venda para outras empresas ou para o governo;
– Dispensa da formalidade de escrituração fiscal e contábil.

Você pode fazer tudo sozinho. Busque o site http://www.portaldoempreendedor.gov.br/

Nele você tira suas dúvidas, encontra a opção que melhor se adéqua à sua necessidade, e preenche os documentos necessários para dar andamento no seu negócio.

Tudo ao seu alcance, sem a necessidade de contratar qualquer profissional ou pagar qualquer taxa.

Passo a passo da formalização (http://bit.ly/ZKxUej)

1 – A inscrição do Empreendedor Individual é gratuita e será feita pela internet no endereço www.portaldoempreendedor.gov.br. O processo requer basicamente os seguintes passos: primeiro fazer a pesquisa do nome empresarial, ou seja, o nome que o empreendedor quer dar ao seu empreendimento. O sistema informará se o nome poderá ser registrado e, se não, dará opções de outros nomes.

2 – Aprovado o nome da empresa, o próximo passo será preencher a ficha de inscrição, em que informará seus dados e os do negócio que está registrando, procedimento que também envolve a opção pelo Simples Nacional. Feito isso, recebe automaticamente os registros no CNPJ, na Junta Comercial e na Previdência Social.

3 – Esse procedimento gera um documento que deverá ser impresso, assinado, anexado a cópias de RG e CPF e encaminhado para a Junta Comercial num prazo de até 60 dias. “Pela Internet o empreendedor já se formaliza”. O envio do requerimento à Junta é necessário porque a lei exige assinatura.

4 – Concluída a inscrição, o empreendedor deverá solicitar a emissão do Documento de Arrecadação Simplificada (DAS), por meio do qual fará o pagamento do imposto único mensal. Como esse valor é fixo, ele poderá solicitar o DAS para o ano inteiro e pagar mês a mês.

Você já conquistou: 
-Cobertura previdenciária

Cobertura Previdenciária para o Empreendedor e sua família (auxílio-doença, aposentadoria por idade, salário-maternidade após carência, pensão e auxilio reclusão), com contribuição mensal reduzida – 5% do salário mínimo, hoje R$ 31,14.

-Contratação de um funcionário com menor custo

O empreendedor poderá registrar até 1 empregado, com baixo custo – 3% Previdência e 8% FGTS do salário mínimo por mês, valor total de R$ 68,50. O empregado contribui com 8% do seu salário para a Previdência.
Com o CNPJ em mãos, você já pode emitir nota fiscal, abrir uma conta empresarial, ter acesso à créditos mais baixos,  emitir boletos de cobrança, vincular seus recebimentos ao PAGSEGURO, à cartão de crédito/débito, entre outros benefícios.


dica-mattos

Dicas de Mestre com Alessandra Mattos
Loja Virtual: Vale à pena?

Percebo muitas artesãs tão empolgadas com o trabalho em feltro, que antes de buscar a profissionalização partem para a montagem de loja virtual.
E vejo em diversos fóruns, comunidades e redes sociais a ansiedade e frustração porque não efetivam as vendas, não conseguem vender seus produtos para loja ou tiveram produtos devolvidos pelo cliente.
A loja virtual é um dos vários modos de se comercializar, porém é necessário ter um preparo e orientação para exercer essa atividade da categoria do Comércio Eletrônico.

Quando iniciamos um negócio comercial a falta de foco e objetivo definido é responsável por grande parte de pequenos negócios com excelentes produtos não progredirem.
Existem atualmente cerca de 23 mil lojas virtuais abertas no Brasil, de vários segmentos, porém cerca de 70% estão abandonadas apesar de estarem online, pois não dão lucro (fonte: SEBRAE/Comércio eletrônico)

Ter foco significa ter clareza e objetividade, saber qual é a intenção da artesã em comercializar suas peças. Pode ser como auto-emprego, geração de renda ou complementação da renda familiar.
Tendo firme vontade, dedicação e foco direcionado à venda de seus produtos, vamos a alguns detalhes que considero importantes pela minha própria experiência:

Todas nós iniciamos presenteando ou vendendo nossas artes para amigos e familiares, que sempre serão condescendentes e tolerantes com pequenos defeitinhos das primeiras peças.
Porém para vender ao público o produto artesanal obrigatoriamente tem que ter a qualidade adequada para ser oferecido: a parte técnica, confecção e montagem devem estar bem feitas, ao nível profissional.
Isso leva certo tempo, aprimoramento, e prática manual: estude seriamente seu produto e reflita se eloderá ser adquirido por uma cliente à quilômetros de distância sem ter que ser devolvido ou consertado. Faça sempre as fotos de divulgação de seu produto de forma justa, em conjunto com uma descrição da aparência e materiais.

Lembre-se de que as futuras clientes serão pessoas desconhecidas, estarão adquirindo uma peça sua confiando nessa qualidade.
Aconselho instruir como a cliente deve cuidar, preservar, limpar ou fazer a manutenção droduto para evitar que peças descolem, linhas soltem tinta ou a peça fique arruinada após dias sendo manuseada. Informe a cliente caso a peça não possa ser lavada; se é adequada à crianças (de que faixa etária) e se será descartável.

Tendo em mãos um produto que seja apto para a comercialização existe a possibilidade de vender à lojas e empresas que estejam dentro de sua linha de produto. Também existe a consignação. Esse processo poder ser informal ou formal, dentro dos padrões legais.

A artesã deve pesquisar qual o melhor modo de se posicionar legalmente, pois a atividade de comércio complementa e difere da atividade artesanal; tem leis de compra e venda, impostos e taxas.
A artesã profissional que comercializa seus próprios produtos individualmente exerce uma atividade que é regulamentada em todo o Brasil, através de subsecretarias da prefeitura de cada estado.
Posso falar da SUTACO – Superintendência do Trabalho Artesanal nas Comunidades – aqui em São Paulo, pois sou cadastrada há 17 anos.
É uma autarquia da prefeitura que emite a Nota Fiscal para pessoas jurídicas, em nome da artesã previamente cadastrada, quando ela vender os produtos feitos por ela mesma à lojas ou empresas (que solicitarem a NF). Existe a NF de Venda e NF de Consignação.
As peças de artesanato têm isenção de ICMS, e a SUTACO também lhe dá credenciamento para participar de feiras e exposições do setor. Consulte na prefeitura de sua cidade onde se cadastrar e obter apoio para o setor de comércio de artesanato.

Caso a artesã opte por ter o CNPJ e abrir sua própria empresa é fundamental orientar-se com um órgão competente como SEBRAE, ou com um contador profissional; é importante buscar informações nas fontes corretas, são muitas particularidades e muitos detalhes que dependem de uma consulta individualizada.

Obtendo mais conhecimento e preparo a artesã poderá então abrir sua lojinha virtual, um mercado que atinge milhões de potenciais clientes, e se efetuar o comércio eletrônico, tem obrigatoriedades e legislações a cumprir.

Enfim a arte em feltro como geração de renda dá ótimos resultados, mas passada a empolgação, estude se sua motivação, paciência, persistência e força de vontade valem o esforço para comercialização, pois só depende de você. Atualmente temos um imenso volume de informações acessíveis. Coloque na balança os prós e contras, se o tempo para obtenção de resultados é o tempo que você pode despender, se o investimento e comprometimento necessários são os ideais para você, leia, consulte, pesquise, tenha foco e concretize seu sonho, seja feliz!

Link para consulta:
http://www.sutaco.com.br/ser-seja-legal.html


Recebimentos em Cartão de Débito/Crédito

Percebemos a existência de muitas dúvidas quanto ao uso da maquina de crédito/débito, principalmente em como obter o uso deste benefício, que proporciona maior segurança aos recebimentos, então aqui vão alguns esclarecimentos.

Tanto pessoas jurídicas, quanto autônomos podem utilizar este serviço. Basta ter conta corrente em um banco que tenha convenio com as operadoras, sendo as principais a Redecard e a Cielo. Mas atenção, conta de poupança não serve.

Procure seu gerente, ele é a melhor fonte para esclarecer suas dúvidas, mas saiba que ele vai precisar de informações sobre o seu negócio, até para analisar se ele é compatível com vendas ao consumidor.

Você também precisará de uma linha telefônica e energia elétrica para a instalação do terminal, e a apresentação comercial será avaliada.

Com relação às taxas cobradas: adesão ao contrato, aluguel do terminal e desconto sobre cada transação; elas também serão analisadas de acordo com o ramo de atuação, o volume de vendas e os termos do contrato. Vale negociar com seu gerente e até consultar outros bancos.

O site do SEBRAE do Mato Grosso do Sul nos dá algumas informações valiosas quanto à operação com as vendas à crédito/débito (http://www.sebrae.com.br/uf/mato-grosso-do-sul/teste-teste/maquina-de-cartao)

Informações sobre recebimento a débito e crédito.
– Vendas a débito creditam-se na conta da empresa em até 24 horas a partir da data da compra do cliente, quando compras efetuadas em finais de semana e feriados, será creditado no próximo dia útil com expediente bancário;
– Vendas a crédito à vista é a venda no crédito sem parcelamento sendo em uma só vez, os valores provenientes a compra credita-se na conta da empresa 30 dias a partir da data da compra efetuada pelo cliente;
– Vendas a crédito parcelado é a venda em parcelas onde a empresa recebe os valores de acordo com os números de parcela começando receber 30 dias a partir da data da compra efetuada pelo cliente, exemplo: caso o cliente parcele suas compras em até 3 vezes a empresa recebe os valores provenientes as parcelas também em 3 vezes sendo elas em 30/60/90 dias.

Taxas cobradas pelas instituições nas compras efetuadas na empresa:
Cielo e Redecard:

Débito varia entre: 1,5% a 2,5%.
Crédito à vista varia entre: 2,5% a 3,5%
Crédito parcelado em média: 4,5%
Alimentação e refeição varia entre 6% a 10%

Referência: Setembro/2011 (as taxas podem variar de acordo com o período financeiro, cabe uma consulta junto a instituição financeira de sua preferência)

Lembre-se que as máquinas de cartão de crédito podem trazer vários benefícios para sua empresa, mas também podem representar um custo significativo se a escolha dos representantes e as formas de pagamento não forem bem feitas. É importante que você calcule o impacto nas vendas que a máquina de cartão de crédito irá trazer antes de se decidir pela utilização da mesma.
Empresas do comércio varejista e que lidam com um número grande de clientes que fazem pequenas compras são as que têm mais motivos para usar máquinas de cartão de crédito. Se sua empresa faz apenas vendas para outras empresas, de produtos mais caros e que geralmente são parcelados no boleto, talvez o cartão de crédito não seja interessante.

Existe uma conta simplificada que poderá te dar um parâmetro para esta relação de benefício. Se com esta nova opção de recebimento as suas vendas aumentaram mais de 5% o custo compensa. Caso contrário não é um bom negócio para você.

Crescendo e aparecendo, se fortalecendo e se formalizando. Vamos juntos nesta caminhada.

Abraços, Bibi

Passo a Passo com Alessandra Mattos.
Segue um link de “Almofadinha de Feltro Bordada”, programa que gravei para TV Gazeta/Ateliê na TV.
Há várias peças em feltro no cenário, o molde para imprimir, e mostro que o feltro pode ser costurado na máquina de costura tradicional, para quem gosta de fazer peças grandes!
Abrir linkalmofada_thumb

alessandra-perfil

Participação Especial: Alessandra Mattos – Ilustradora e Professora de Artesanato, Pintura e Arte em Feltro
Venda de projetos exclusivos, cursos e eventos.
Site: http://www.delicale.com.br
Loja virtual: http://www.elo7.com.br/delicale
festival-lembranca


Postado por admin on abr 29, 2013 sob Blog, Festival Lembrancinha

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9 comentários

  • Responder → abr 01, 2014 13:12 miriam disse:

    gostaria de saber como me cadastro como artesa uso so feltros santa fe tenho revista lançada onde recomendo feltro santa fe

    • Responder → abr 02, 2014 15:22 santa fe replicou:

      Olá Miriam,

      Envie sua solicitação acompanhada dos seus dados e detalhes do seu projeto para o email artesanato@feltrossantafe.com.br, e nossa equipe te retornará diretamente por email.

      Atenciosamente,
      SAC – Feltros Santa Fé

  • Pingback: Arte em feltro – Melhorando a produtividade e rentabilidade. | Santa Fé Feltro
  • Responder → mai 02, 2013 9:18 Andréia Mansani disse:

    Olá!

    Adorei seu post, e gostaria de fazer uma pergunta. Feitos os registros no CNPJ, na Junta Comercial e na Previdência Social e feito também o registro do nome empresarial, ainda pode acontecer de alguém registrar como marca o nome que escolhemos e registramos? Pergunto porque o registro de marca é bem mais caro, e então eu gostaria de saber se apenas o registro do nome empresarial já garante a exclusividade do nome.

    Obrigada! Bjoss

    • Responder → mai 03, 2013 15:06 santa fe replicou:

      oi Andreia,
      O registro do nome comercial não garante exclusividade à marca.
      A marca precisa ser registrada junto ao INPI, e de fato, como você bem falou é um procedimento mais custoso.
      Obrigada pela mensagem.
      Um grande bj
      Bibi

  • Responder → mai 01, 2013 18:40 Janaina Beserra disse:

    Olá!

    Eu me cadastrei no empreendedor individual em Fevereiro.mas ainda não emiti os boletos para pagamento…Imprimi o documentos mas não enviei para a junta comercial.O número do CNPJ que eu tenho ainda é válido? Pois esse mês de Maio quero começar a pagar.Ou eu tenho que fazer outra inscrição?

    Obrigada e aguardo resposta.

    • Responder → mai 02, 2013 9:21 santa fe replicou:

      Ola Janaína, bom dia!
      Sua dúvida deve ser respondida diretamente pelo programa empreendedor, que avaliará seu caso específico.
      Envie seu questionamento para http://www.mdic.gov.br/sitio/sistema/ouvidoria/atendimento/formJuridica.php
      informando seu CNPJ e demais dados solicitados.
      Estaremos á disposição ok?
      bjs
      Bibi

  • Responder → abr 29, 2013 16:11 Ticiana Ribeiro disse:

    Muito interessante, esse é um assunto essencial p quem quer comercializar as artes em feltro..obrigada pelas dicas Alessandra, vou me informar no sebrae sobre como me formalizar, quero seguir por esse caminho do artesanato, com tudo direitinho p nao perder nenhuma oportunidade!! Beijus para todos da Santa Fé

    • Responder → abr 29, 2013 16:43 santa fe replicou:

      Obrigada Ticiana, que bom que você gostou!
      Bjs
      Bibi Soares.

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